14 de fevereiro de 2009

Desequilírios Estáticos (parte I)

GLOBALIDADE
É muito prazeroso dissertar sobre as questões dos desequilíbrios estáticos, principalmente para mim que sou um amante das questões biomecânicas.
Antes de adentrar no próprio conceito do mérito, me parece importante ressaltar o que vem a ser “Globalidade”. Esta, bem apontado por Marcel Bienfait, consagra-se como o verdadeiro responsável pela integração das unidades musculares de todo o corpo através de um tecido conjuntivo fibroso. A integralidade não somente se apresenta nas relações de sincronismo das fibras de um músculo, como por exemplo, as do bíceps braquial em sua flexora, mas também no âmbito das cadeias musculares anteriores e posteriores. Poderíamos nos perguntar que tecido fibroso é esse capaz de dá unidade a um sistema tão amplo como é o muscular. Na realidade, este tecido conjuntivo fibroso recebe várias denominações, dependendo do local. Hora é chamado de peri, endo ou epimísio, por outras de fáscia, aponeuroses...... Em fim, não importa a sua nomenclatura e sim sua capacidade de tornar o corpo estruturalmente um sistema interligado. Portanto, ficaria muito difícil e até incoerente querer separar o sistema muscular do tecido fibroso que a compacta e integra em todo corpo, sendo assim denominado de sistema músculo-aponeurótico.


Johnnatas Mikael

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